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Urgente política: Dilma Rousseff não é mais acusada de pedalada fiscal

Por Daiane Souza

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Durante o último final de semana, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) determinou que a ação que estava caindo sobre Dilma Rousseff  sobre o fato de ter sido acusada de pedalada fiscal no ano de 2016, deveria ser anulada. Em suma, a proposta é que ela deveria receber um valor perante a União para compensar o tempo em que teve que sair da presidência sem que houvesse a quantidade de provas o suficiente para as acusações.

Logo após Dilma Rousseff  ter saído do governo, ela teria deixado o seu cargo para Temer, que chegou a aprovar políticas que impactam o Brasil até os dias atuais, como é o caso da variação de preços da Petrobras como é ordenado pelo mercado externo.  Com a guerra que está acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia, desde o dia 24 de fevereiro, é estimado que o valor da gasolina tenha aumentado ao menos 18,4% enquanto o diesel teve uma variação de 24,9%. 

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A 7ª Turma Especializada da Corte  havia determinado por quase unanimidade sobre a exclusão do processo que determinava que Dilma teria cometido crime de responsabilidade ao ter gastos acima do que o esperado para o seu governo.

 Não é a primeira vez que o próprio Estado deixa a entender que o que aconteceu no ano de 2016 se tratou de um golpe político para fortalecer ainda mais a candidatura de Jair Bolsonaro contra o ódio dos brasileiros em relação ao Partido dos Trabalhadores,  PT, e supostos crimes de desvio de verbas  dos cofres públicos.  

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Durante o ano de 2021, Luiz Inácio Lula da Silva também teve os seus  processos de condiloma na Lava Jato anulados devido a falta de provas e  parcialidade do juiz Sérgio Moro. Neste ano, o petista deve se candidatar para as eleições de 2022, em que deve ir para as urnas contra Jair Bolsonaro, que estava tendo as suas taxas de rejeição cada vez mais altas devido a faltas de popularidade de seu governo em zonas periféricas.

 Uma pesquisa que havia sido publicada pelo portal do Poder Data  estima que ao menos  21% dos eleitores do  atual chefe do Executivo pretendem voltar a votar no Partidos dos Trabalhadores neste ano. 

Outros candidatos que deverão participar das eleições de 2022, previstas para acontecerem em outubro, são Ciro Gomes – que viajou para Paris não no de 2018 após ter sido massacrado nas Urnas – João Dória, que é o atual governador do estado de São Paulo e, por fim,  Moro, que acusou Lula de ter feito parte de esquemas de corrupção tanto passiva quanto ativa. 

O advogado Ricardo Lodi Ribeiro defendeu a petista Dilma e argumentou que ela não teria causado nenhum problema para os cofres públicos e que por isso deveria ser considerada como inocente,  podendo voltar a atuar pelo partido. 

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