A nova carteira de identidade do Brasil vai começar a ser emitida na próxima semana, na terça-feira (26), a partir do Rio Grande do Sul. Em seguida, a mudança também será feita no Acre, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e no Paraná.
Com a nova identidade brasileira, o número do RG deixa de ser protagonista, e existirá somente o CPF.
O objetivo, de acordo com o governo, é unificar o número do documento em todas as unidades do Brasil, já que atualmente cada região pode emitir um documento, levando um indivíduo a ter até 27 identidades caso solicite um documento por estado.
Como ter acesso a nova carteira de identidade do Brasil?
Para conseguir tirar a nova carteira de identidade do Brasil é necessário primeiramente estar com o CPF regularizado.
De acordo com a Receita Federal, todos que pegarem a nova identidade passarão por validações biográficas e biométricas antes da emissão.
“Cidadãos que não possuírem ou estiverem com as informações incorretas no CPF poderão recorrer aos canais de atendimento à distância da Receita Federal para resolver sua situação”, enfatizou a Receita Federal.
Apesar da implementação do novo formato de documento, o RG atual ainda terá validade por mais 10 anos.
Novo RG foi estabelecido em 1° de março de 2022
O lançamento do novo RG foi estabelecido em 1° de março deste ano via um decreto do governo federal. Dessa maneira, todos os institutos de identificação possuem até março de 2023 para se adequarem ao novo formato.
O novo documento trará apenas a identificação por CPF, e poderá ser consultado pela internet a partir do seu recebimento.
A nova documentação será única, e sua autenticidade poderá ser feita por meio de um QR code, inclusive de maneira offline.
Além disso, a nova regra prevê que a carteira de identidade seja aceita durante viagens, já que vai entrar no padrão de documento internacional, com código MRZ – Machine Readable Zone, o mesmo que consta nos passaportes.
No entanto, em caso de viagens internacionais, o documento apenas será aceito em países do Mercosul. A mudança, conforme o governo, é apenas facilitar a verificação da validade do documento.
Para países fora da zona Mercosul o passaporte ainda será necessário e obrigatório.
