Há um ano, Joe Biden, com 78 anos de idade, estava assumindo o cargo de presidente dos Estados Unidos em um embate contra Donald Trump, um conservador que estava indo contra a vacinação e a pandemia da Covid-19. De acordo com o jornal do Estadão Internacional, o presidente norte-americano sempre esteve fadado ao fracasso desde que assumiu o papel atual.
Depois de um ano, Joe Biden argumenta que os estadunidenses ainda vivem com “frustração e fadiga” devido ao elevado número de mortes provocadas pelo vírus. Já são mais de 850 mil vidas perdidas e mais de 60 milhões de casos registrados nestes dois anos de pandemia. O investimento para a compra de vacinas e o tratamento de pacientes infectados chegou a US$ 1,9 trilhão.
E não basta somente isso: devido aos avanços de países como a China durante a crise, é estimado que o Oriente venha a ter, pela primeira vez durante o século XXI, um país como a principal superpotência – as expectativas são de que isso aconteça antes mesmo da virada de década.
Biden vem tomando algumas atitudes para estimular a criação de empregos, fazendo com que a taxa tenha caído para 3,9% em apenas um ano: ao todo, é estimado que os Estados Unidos tenham criado mais de 6 milhões de oportunidades – tanto para quem mora no país quanto para o exterior. Além disso, as taxas de pobreza infantil caíram por volta de 40%.
Carlos Gustavo Poggio, professor de Relações Internacionais da FAAP, argumenta que o governo começou bem, mas somente nos 100 primeiros dias.
