Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, reuniu-se durante o último sábado (22) para uma reunião com o Conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan, e o Conselheiro Steve Ricchetti no retiro presidencial de Camp David.
O objetivo do grupo era discutir as políticas que deveriam ser tomadas mediante uma possível invasão da Rússia sobre a Ucrânia nos próximos dias. Recentemente, a Otan, da América do Norte, afirmou que haviam mais de 100 mil soldados russos treinando nas fronteiras entre os dois países, argumentando assim, que o movimento não se tratava de algo comum.
A Ucrânia se tornou independente durante o ano de 1901 após o enfraquecimento da União Soviética, que detinha os domínios sobre a região. Apesar de ter se tornado um estado independente, Putin nunca desviou os olhares das fronteiras.
A Espanha alertou os russos sobre a decisão de invasão e disse que toda a União Européia poderia cortar laços de negociações caso houvesse uma real invasão ou ataque à soberania de algum país que se tornou independente após a queda da União. Enquanto isso, o Canadá enviou cerca de 200 soldados para as fronteiras com os ucranianos para treinar os soldados do país e prepará-los para uma possível determinação de Putin sobre a invasão.
A China, país que deve superar os Estados Unidos em superpotência antes mesmo da virada da década, está sendo acusada de defender aos russos e afirmou que Biden está enviando navios de guerra para as costas marítimas orientais de forma ilegal durante a última semana.
