Paulo Teixeira (PT-SP), deputado federal, argumentou recentemente que faria uma solicitação para que o ministro Sérgio Moro seja adicionado para a CPI, Comissão Parlamentar de Inquérito após ter agido contra o interesse público ou trabalhar na recuperação judicial de empresas que foram processadas de fazerem parte da Lava Jato e desvios de verbas.
O valor do serviço chega a R$ 750 milhões em consultorias sobre dicas de recuperação e auxílio em todo o processo de empresas que foram acusadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, no Paraná. O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, solicitou, durante o mês de dezembro do ano passado, que as empresas mostrassem todos os valores que foram pagos para o juiz.
Moro e a situação cada vez mais densa
Recentemente, Moro foi acusado pelo STF, Supremo Tribunal Federal de não ter sido neutro nos julgamentos do petista e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao caso dos triplex. De acordo com o STF, o julgamento ocorreu sem provas e os processos foram arquivados, permitindo assim, com que o membro do PT, Partido dos Trabalhadores, voltasse a ser ficha limpa e pudesse fazer parte das eleições durante o ano de 2022.
Agora, ocorre a acusação de que Moro estaria agindo contra o interesse do Estado em promover as empresas. Ocasionado, assim, em mais complicações para uma possível candidatura que o ex-juiz poderia lançar durante outubro de 2022 contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.
