A mãe de um aluno esfaqueou outra mãe na Escola Estadual Joaquim Saraiva, em Uberlândia, Minas Gerais, na tarde de quarta-feira (26). A mulher de 36 anos fugiu após cometer o crime e é procurada pela polícia.
De acordo com o boletim de ocorrência, registrado pela Polícia Militar (PM), as duas mulheres foram chamadas no colégio, pela diretora, para participar de uma reunião sobre uma briga entre seus filhos, ambos com 14 anos, que havia ocorrido no dia 20 de abril. Na ocasião, o filho da mulher esfaqueada teve o punho e a mão fraturados.
Conforme a diretora, as três conversavam em uma sala de aula, quando os ânimos das mulheres ficaram exaltados e as duas começaram a brigar. A administradora da instituição de ensino ainda tentou separá-las, mas quando percebeu a mãe do aluno já havia esfaqueado a outra mãe.
A vítima de 34 anos sofreu ferimentos no braço, no abdômen e na nádega. Ela foi socorrida e levada para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do Bairro Pampulha. Enquanto a agressora aproveitou a confusão para fugir a pé do local.
Em nota, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) afirmou que já tomou as “providências necessárias” e que não tolera violência.
“Reforçamos que a escola é um ambiente democrático, pautado pelo exercício pleno do respeito e da cidadania, sem tolerância para atos e discursos que estimulem e promovam a violência”, diz um trecho do comunicado.
Na segunda-feira (24), um estudante atacou uma colega de classe com um canivete na Escola Estadual José Ribeiro da Silva, em Baldim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (BH), também em Minas Gerais.
De acordo com a Polícia Militar, ambos estavam na sala de aula quando se desentenderam. Testemunhas afirmaram que antes de ser agredida, a menina chamou o adolescente de “cabeção”, entre outros insultos.
Enraivecido com os xingamentos, o estudante atacou a colega de classe com um canivete, que estava em sua mochila, e desferiu vários chutes na vítima.
Segundo o boletim de ocorrência, o adolescente afirmou que sofria bullying da colega constantemente e, por isso, resolveu cometer o crime. O jovem declarou que ela costumava chamá-lo de “filho de doido”, rir dele e reclamar que o aluno podia entrar quando chegava atrasado, ao contrário do que acontecia com ela.
Já a vítima afirma que antes do ataque, ela comentou com uma amiga sobre o atraso do suspeito e que ele a ameaçou dizendo: “hoje você toma” e “de hoje não passa”.
