Um homem foi morto por dois bandidos que fingiram ser policiais e invadiram sua residência em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, durante a madrugada desta quarta-feira (14). A vítima foi identificada como Antônio Marcos Xavier, de 51 anos.
De acordo com a irmã de Antônio, que testemunhou o crime, os suspeitos chegaram à residência, no bairro Vargem das Flores, se identificaram como policiais e afirmaram que estavam procurando por um suposto criminoso, que teria invadido o local.
Após ter a entrada na casa liberada, a dupla pegou os celulares de todos que estavam no local, tirou uma fotografia de Antônio ao lado da irmã e ordenou que os familiares fossem para o quarto, com exceção da vítima.
Antes de executarem a Antônio, os bandidos que se passavam por policiais ainda questionaram se ele era “o X9 daqui”, uma gíria utilizada para denunciantes ou informantes, e em seguida, abriram fogo disparando mais de 30 vezes.
O homem foi atingido na cabeça, tórax e braços, não resistindo aos ferimentos e morreu no local.
Os bandidos fugiram levando quatro celulares. A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas pela região, mas não localizou os suspeitos. Segundo a corporação, Antônio não possuía passagens pela polícia ou antecedentes criminais.
Ainda conforme a irmã de Antônio, ela havia se mudado para a residência com sua família há pouco tempo e, na noite do crime, a vítima estava fazendo uma visita aos parentes.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Betim.
No último domingo (11), um pai matou a própria filha a facadas na cidade de Itabirinha, também em Minas Gerais, durante uma discussão causada pelo choro do neto do suspeito. A vítima foi identificada como Gracielle Pereira Torres da Silva, 21 anos. O crime ocorreu na residência da família.
Segundo informações, João Luiz da Silva, 55 anos, e a filha já enfrentavam uma relação conflituosa, marcada por constantes desentendimentos. Ele foi preso em flagrante e alegou que a Gracielle estava envolvida com o tráfico, além de ser usuária de drogas, o que motivava as brigas entre os dois.
A mãe de Gracielle e esposa de João, Maria Del Carmen de Pereira Torres, presenciou o crime. Na delegacia, ela e o marido apresentaram versões diferentes sobre o que aconteceu antes do crime.
Ambos, no entanto, concordaram que a briga que acabou com o pai matando a própria filha teve início quando o neto, filho de Gracielle, começou a chorar.
