Um homem procurou o pronto-socorro de um hospital após sentir desconforto e acabou descobrindo que estava com um polvo preso em sua garganta. O caso inusitado ocorreu em Singapura e foi compartilhado por uma equipe médica do Hospital Tan Tock Seng.
De acordo com o relato, o paciente chegou na instituição de saúde após começar a vomitar e ter dificuldades para engolir. Sintomas que, segundo ele, iniciaram após fazer uma refeição que incluía o molusco marinho.
O homem, que não teve a identidade revelada, foi então submetido a uma tomografia computadorizada, que identificou uma massa desconhecida em seu interior. O que fez com ele fosse encaminhado para uma endoscopia digestiva.
Foi então que os médicos tiveram a grande surpresa: a câmera filmou os tentáculos do pequeno polvo a aproximadamente dois centímetros da borda do esôfago.

Inicialmente, os profissionais optaram por empurrar o polvo para o estômago ou extraí-lo pela garganta, mas as duas tentativas não deram certo.
A solução encontrada para retirar o animal de dentro do paciente foi passar o aparelho endoscópico através do cefalópode, chegando ao estômago, e provocar uma retroflexão para agarrar a cabeça da criatura com um fórceps e finalmente puxá-la por completo.
Segundo a equipe, o homem se recuperou bem do procedimento e teve alta médica depois de permanecer dois dias internado.
Embora não tenha sido divulgado o nome da iguaria que causou tamanha confusão, vale lembrar que na Coreia do Sul existe um prato chamado ‘sannakji’, que consiste em servir e comer o polvo vivo. O país registra cerca de seis óbitos por ano de pessoas que acabam asfixiadas pelas ventosas do animal que se fixam em suas gargantas.
Em novembro de 2022, um polvo gigante abraçou a mergulhadora canadense Andrea Humphreys quando ela explorava as águas do Mar Salish, no Pacífico, ao largo da costa leste da ilha de Vancouver, no Canadá. O momento raríssimo e mágico foi registrado em vídeo.
Voltando a falar de comidas polêmicas, já em março deste ano, um casal de idosos morreu envenenado após comprar o peixe baiacu pela internet na Malásia. As vítimas foram identificadas como Ng Chuan Sing e sua esposa Lim Siew Guan, ambos com aproximadamente 80 anos.
De acordo com autoridades do estado de Johor, no sul do país, Lim fritou os peixes para o almoço no dia 25 e poucas horas depois de consumirem a polêmica iguaria, os dois começaram a apresentar “dificuldades respiratórias e calafrios”.
Os idosos foram levados às pressas para um hospital e internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), mas os médicos não conseguiram salvá-los. Lim foi declarada morta às 19h do mesmo dia, enquanto o marido ficou em coma por oito dias antes de morrer.
