Sergio Murilo Gonçalves Filho, mais conhecido como MC Serginho Porradão, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo quando tentava separar uma briga de casal em uma festa de Dia dos Pais no bairro da Guabiraba, em Recife (PE), no domingo (13).
A técnica de enfermagem Manuela Tenório da Silva também foi baleada e não resistiu. O autor dos dois homicídios é o namorado da jovem.
De acordo com testemunhas, o namorado de Manuela, um policial militar que não teve o nome divulgado, teve uma crise de ciúmes, iniciou uma discussão e começou a atirar. MC Serginho, que seria amigo do suspeito, tentou colocar um fim na confusão e acabou atingido na cabeça por um dos disparos.
Manuela morreu no local, enquanto o cantor chegou a ser socorrido. Ele faleceu nesta segunda-feira (14), no Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby.
Em entrevista, familiares da jovem contaram que o policial militar era extremamente ciumento com a vítima e costumava andar armado o tempo todo. Manuela, no entanto, dizia que conseguia controlar os ciúmes do companheiro e que ele gostava muito dela.
Já os familiares do cantor de brega funk afirmaram que ele estava no lugar errado, na hora errada. Um parente contou que o MC afirmou que só iria dar uma passadinha na festa, mas acabou assassinado.
Em julho, a sargento Stephanie da Silva Magalhães, de 26 anos, foi morta em Uberlândia, Minas Gerais (MG), durante uma festa julina promovida pelo Exército. O autor do crime, o também sargento Isaque Frederico Silva Ferreira, de 32, acabou morto por um policial penal, que estava na comemoração com sua família e tentou evitar uma tragédia maior.
De acordo com testemunhas, a sargento Stephanie da Silva Magalhães estava acompanhada de amigos e do namorado, também militar e com quem mantinha um relacionamento há cerca de um ano, quando Isaque se aproximou o iniciou os disparos de arma de fogo.
Primeiro, ele atirou contra o namorado de Stephanie e, na sequência, mirou na sargento. Ainda conforme o relato das testemunhas, o sargento Isaque Frederico Silva Ferreira efetuou vários disparos de arma de fogo contra a mulher e continuou atirando mesmo quando ela já estava caída no chão.
Um policial penal de 45 anos, que estava com a esposa e os filhos no local, atirou contra Isaque para impedir que ele continuasse atirando nas vítimas. Ele morreu antes da chegada do socorro.
