Um homem que matou a esposa e esfaqueou o enteado de 13 anos no bairro da Massaranduba, em Salvador, Bahia, no domingo (25), confessou os crimes, mas não foi preso. A vítima fatal foi identificada como Raquel da Silva Almeida, 34 anos. O menino permanece internado em estado grave.
Diego Andrade, marido e padrasto das vítimas, se apresentou na delegacia com dois advogados, prestou depoimento e foi liberado.
O crime ocorreu na noite de domingo. Na ocasião, Raquel foi assassinada com vários golpes de faca, enquanto o adolescente sobreviveu porque fingiu estar morto e esperou Diego sair de casa para pedir socorro aos vizinhos.
Segundo familiares, Raquel e Diego tinham um relacionamento há três anos e estavam casados há um. Eles afirmam que o casal aparentava viver em harmonia e que nunca perceberam hematomas ou mudanças de comportamento na mulher, que indicassem violência doméstica.
Por outro lado, os parentes relataram que o padrasto era bastante violento com o enteado. Informação que foi confirmada pelo pai do menino em entrevista. Conforme o homem, o filho já havia contado que o Diego costumava ser muito agressivo com ele.
Atingido no pescoço, nas costas e no peito, o garoto está em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral do Estado (HGE). Ele não consegue falar, e, de acordo com o pai, chora e tenta falar a palavra ‘mãe’ para contar o que aconteceu, mas a voz não sai.
Raquel foi sepultada nesta terça-feira (26) sob forte comoção e indignação pelo fato do assassino continuar solto.
Conforme a Polícia Civil, o homem que matou a esposa e esfaqueou o enteado não foi preso porque não existiam os requisitos legais para o flagrante. No entanto, a Delegacia de Homicídios (DH) solicitou a prisão preventiva de Diego à Justiça e aguarda a deliberação.
Um homem é procurado por matar a esposa e tentar assassinar a enteada em São Paulo, entre a noite de domingo (24) e a madrugada desta segunda-feira (25), uma semana após os dois comemorarem o casamento. A vítima foi identificada como Juliana Campos, de 41 anos.
De acordo com familiares da mulher, o casal estava junto há um ano e meio, se casou no civil em abril deste ano e comemorou a união no fim de semana anterior ao crime. No dia 18 de abril, o suspeito compartilhou fotos da festa de casamento com a vítima em suas redes sociais.
Vizinhos afirmam que, pouco antes do crime, ouviram uma discussão entre Juliana e o marido e gritos de socorro na sequência. Poucos minutos depois, eles perceberam fumaça saindo da residência da família e ligaram para a polícia e para o Corpo de Bombeiros.
Antes da chegada dos militares, um dos vizinhos, que seria familiar da vítima, invadiu a casa e resgatou a filha mais nova de Juliana, uma menina de apenas sete anos.
A investigação apontou que o homem matou a esposa a facadas, ateou fogo no imóvel, trancou a enteada no local e fugiu.
