O governo Bolsonaro revogou, durante a última quinta-feira (27), o decreto que previa ao menos 25 situações de luto no Estado. Na terça-feira (25), a administração havia ficado ao menos três dias de luto após a morte de Olavo de Carvalho nos Estados Unidos. Ele estava internado e teve algumas complicações pela Covid-19.
De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, os decretos foram editados porque acabaram sendo criados em momentos determinados que não ocorrem mais, ou seja, em situações específicas de luto do Estado. As revogações dos decretos envolvem situações que foram criadas em governos anteriores, como de Luiz Inácio Lula da Silva.
No mês de novembro de 2021, Bolsonaro criou o Auxílio Brasil que tinha como objetivo também substituir o Bolsa Família, que foi criado pelo petista Lula durante a sua administração e estava em vigor há mais de uma década. Em suma, o programa que foi criado após o BF tinha o valor dobrado e deve ser pago somente até o final do ano de 2022, quando ocorrem as eleições para presidente.
No ano de 2023, é estimado que ele volte a ser pago no mesmo valor que o Bolsa Família, mas com nome diferente. Em suma, essas são tentativas do Executivo em deixar o nome em algo que jpa foi criado por outra administração, que neste caso foi o Partido dos Trabalhadores.
Segundo o Folha de São Paulo, somente nomes específicos de luto tiveram o decreto revogado, tais como Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Antônio Carlos Magalhães e Roberto Marinho.
