O corpo de uma policial penal desaparecida desde a última sexta-feira (21) foi encontrado na manhã desta segunda-feira (24) no Lago das Brisas, em Buriti Alegre, no sul de Goiás. Daniella Cruvinel, de 41 anos, havia sumido após sofrer um acidente de jet ski no local.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o cadáver emergiu e foi localizado a aproximadamente três quilômetros do local do acidente.
Conforme Márcio Drosghic, ex-marido da policial penal desaparecida, que conversou com o G1, Daniella estava na garupa da moto aquática, pilotada por uma amiga, quando uma onda provocada por uma lancha derrubou as duas na água, por volta das 17h.
Drosghic ressaltou que as duas estavam com coletes salva-vidas, mas quando a amiga olhou para o lado em busca da policial, viu apenas o colete. “A amiga quando virou viu apenas o colete, ela [Daniella] tinha afundado. Provavelmente com a queda o colete saiu e ela afundou”, disse ao G1.
O caso é investigado pela Polícia Civil que poderá incriminar os responsáveis pelo acidente. Já a Marinha Brasileira apura as circunstâncias do acidente e se os envolvidos tinham habilitação para pilotar os veículos aquáticos.
Pelo Instagram, a Polícia Penal do Estado de Goiás informou que Daniella, graduada em Biologia, ingressou no sistema penitenciário no concurso de 2010 e ocupou funções na Gerência de Assistência Biopsicossocial, foi diretora da Penitenciária Feminina Consuelo Nasser e, por último, estava lotada na Gerência de Produção Agropecuária e Industrial.
A corporação também lamentou o falecimento precoce da policial:
“A família Polícia Penal ficou incompleta com esta lastimável perda, mas o legado de Dani será mantido. Alegre, dedicada, responsável e generosa, assim nos lembraremos de Daniella. Nossas condolências e profunda solidariedade a familiares, amigos e colegas de trabalho”, diz um trecho do comunicado.
No dia 5 deste mês, um policial civil foi jogado no Rio Tietê, em São Paulo, após ter sido roubado por criminosos próximo à ponte da Freguesia do Ó, na Zona Norte de São Paulo.
De acordo com o homem, que não teve a identidade divulgada, ele estava trocando o pneu da viatura na Marginal Tietê quando foi surpreendido por três criminosos. Durante a ação, os suspeitos tomaram a arma e o celular do policial civil.
Já no dia 14 de abril, um policial morreu durante um assalto no bairro Humaitá, na Zona Sul do Rio de Janeiro, logo depois de comprar uma moto. A vítima foi identificada como Marconi Rufino da Silva Junior, de 51 anos. Ele era sargento da Polícia Militar (PM).
egundo testemunhas, Marconi não chegou a percorrer um quilômetro com a motocicleta recém-adquirida e já foi abordado pelos criminosos. O veículo ainda estava sem placa e o modelo, de 1,1 mil cilindradas, é avaliado em mais de R$ 80 mil.
