Familiares e amigos da psicóloga Ivana Leda de Carvalho, de 50 anos, encontrada morta dentro de seu próprio carro submerso no Lago Paranoá, no Distrito Federal (DF), no sábado (19), acreditam que ela tenha sido vítima de um acidente de trânsito.
Ivana desapareceu na noite da última terça-feira (15), quando deixou a casa de uma amiga no Lago Norte, por volta das 22h45, e seguia para casa, na Asa Sul, onde vivia com a irmã.
Segundo o relato de moradores da região, o veículo da psicóloga desaparecida foi localizado por volta das 15h30, depois que um banhista que nadava no local se machucou com a placa do automóvel.
O rapaz acionou a polícia. Na sequência, mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) confirmaram que o carro da psicóloga estava submerso no Lago Paranoá e que havia um corpo dentro do veículo.
Ivana foi sepultada nesta segunda-feira (21) sob forte comoção. Em entrevista, parentes e amigos da psicóloga afirmaram que ela não tinha nenhum inimigo, assim como era uma pessoa de bem com a vida e tinha planos para o futuro, o que para eles significa que dificilmente ela tenha sido vítima de um crime ou tenha tirado a própria vida.
O caso é investigado pela Polícia Civil.
No dia 16 de agosto, uma mãe e seus dois filhos foram encontrados mortos dentro de um carro submerso no Rio Iguaçu, na cidade de Porto União, em Santa Catarina. As vítimas foram identificadas como Carla Andriele de Souza Mathias, de 25 anos; Roger Mathias Garcia da Silva, de 5 anos, e Rafaela Manueli Mathias, uma bebê de 3 meses.
De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, a mãe e seus dois filhos mortos foram encontrados depois que um telefonema anônimo feito ao Corpo de Bombeiros. Na ligação, a pessoa que não quis se identificar, contou sobre a presença de um carro com as mesmas características do automóvel da família desaparecida submerso no rio.
Segundo familiares, Carla Andriele saiu de casa por volta das 11h de segunda dizendo que faria compras, mas não retornou. Depois disso, ela não atendeu mais o celular e nem respondeu mensagens.
O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI).
