A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) investiga o caso de uma grávida que desapareceu no Rio de Janeiro. Emanuelle Timóteo, de 22 anos, saiu de casa no dia 15 de julho, entrou em contato com a família pela última vez no dia seguinte, 16 de julho, e desde então não foi mais vista.
Emanuelle mora na Favela do Mandela, em Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Segundo familiares, no sábado (15), ela foi até o centro do Rio para se encontrar com um homem. Já no domingo, os dois teriam embarcado em um trem na Central do Brasil até São Cristóvão, onde ele desembarcou e ela seguiu viagem.
Na ocasião, Emanuelle chegou a enviar uma fotografia tirada em uma das composições do trem da Supervia para a irmã e, algum tempo depois, mandou uma mensagem para a mãe informando que estava chegando.
No entanto, ela não chegou em casa e antes de desaparecer enviou uma nova mensagem misteriosa para a mãe, dessa vez dizendo estava presa em um lugar e não conseguia sair.
Ainda conforme os parentes da grávida desaparecida no Rio de Janeiro, após o sumiço de Emanuelle, um homem que ficou abrigado na casa da família enviou uma mensagem para a mãe da jovem afirmando que teria assassinado a garota.
Nicolle Timóteo, de 23 anos, irmã de Emanuelle explicou ao G1 que esse homem passou alguns dias na residência da família, mas pediram para que ele fosse embora depois que foi descoberto que ele era usuário de drogas.
A gestante também é mãe de outras três crianças: de 5, 3 e 2 anos.
Uma jovem grávida está desaparecida em São Paulo desde o dia 29 de abril. Thainá Krishna Russo, de 27 anos, sumiu depois de visitar namorado e pai da criança, de 27 anos, em Itaquera, Zona Leste da capital paulista.
A delegada Ivalda Aleixo, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), revelou, em entrevista à Record TV, que o homem é o único suspeito do desaparecimento da jovem e que ele já teria apresentado comportamento agressivo contra ela no passado.
Durante a investigação foi descoberto que o suposto namorado da grávida desaparecida em São Paulo não aceitava a gestação da companheira e que o relacionamento entre os dois não era estável, mas sim intermitente e casual.
