Um homem de 36 anos foi baleado durante uma tentativa de assalto no bairro de Jaraguá, São Paulo, após marcar um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento. O crime ocorreu na noite de quinta-feira (19), na rua Leila Diniz.
O momento do crime foi capturado por câmeras de segurança. As imagens mostram a vítima sendo confrontada por dois criminosos, que, sem hesitar, anunciam o assalto e efetuam um disparo. Na sequência, a vítima sai correndo e desaparece da filmagem.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a corporação foi acionada para atender a ocorrência e quando os agentes chegaram, o homem já estava recebendo atendimento médico.
Ainda no local, o homem contou que havia marcado um encontro por um aplicativo de relacionamento e foi abordado pelos assaltantes enquanto aguardava a pessoa chegar.
A Secretaria de Segurança Pública, em comunicado, informou que o homem foi encaminhado para cuidados médicos.
Em agosto, um homem de 29 anos foi sequestrado ao chegar no local onde marcou um encontro com uma mulher que conheceu por um aplicativo de relacionamento na Zona Norte de São Paulo, na região do Parque Nações Unidas.
Uma câmera registrou o momento em que o engenheiro agrônomo foi surpreendido por três homens – um homem adulto e dois adolescentes – quando tocava o interfone de um prédio, por volta das 21h, e rendido sob a mira de uma arma de fogo.
Em maio deste ano, um idoso marcou um encontro com uma adolescente de 16 anos, por um aplicativo de relacionamento, e acabou sequestrado e obrigado a fazer uma transferência bancária para criminosos, via pix, em São Vicente, no litoral de São Paulo. O homem de 71 anos foi resgatado pela polícia no Morro do Voturuá.
Em fevereiro deste ano, um dentista brasileiro que viveu por 24 anos em Portugal foi sequestrado e morto em um breve período que retornou a São Paulo, para visitar o pai que estava doente.
Daniel Felipe Cervelati do Amaral, 49 anos, foi atraído pelos criminosos por um site de relacionamentos e sequestrado ao ir ao encontro de uma pessoa. Os criminosos faziam parte de uma quadrilha ligada à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
