Durante a última segunda-feira (14), o ex-juiz Moro afirmou em suas redes sociais que o presidente da República, Jair Bolsonaro, era um trapalhão e poderia prejudicar as relações dos Estados Unidos e da União Europeia com a Rússia em momento em que Putin pode invadir a Ucrânia. Nesta terça-feira (15), Jair teria viajado para Moscou e poderia ficar em um hotel que tem diária no preço de R$ 100 mil por dia.
O que acontece é que o Brasil tem relações dependentes com os EUA e isso poderia fazer com que Biden acredite que estamos do lado dos russos, cortando ainda mais as relações com o Brasil. Mas a questão é que o Bolsonaro não está do lado russo e pretende apenas ir até Moscou para discutir assuntos relacionados à defesa do Estado.
Bolsonaro
A viagem deve seguir todas as normas do vírus da Covid-19 para que não haja comprometimento em outro país e desenvolvimento de variantes. Devido a isso, o chefe das Forças da Marinha teve que ser dispensado porque informou que desde a última segunda-feira (14) estava sentindo os sintomas do coronavírus.
Desde o mês de janeiro, a Otan em parceria com os EUA e o Canadá alertam que os russos estariam prestes a abalar a democracia e independência de um país ao invadir a Ucrânia. De acordo com as acusações, é estimado que mais de 100 mil soldados russos estivessem nas fronteiras com o país que já fez parte da União Soviética até o ano de 1991, quando se tornou independente.
