Uma mãe foi presa sendo suspeita de jogar uma pedra na testa do filho de 7 anos em Sobradinho II, no Distrito Federal (DF), nesta segunda-feira (12), causando graves ferimentos na criança.
De acordo com o Conselho Tutelar, a mulher já possui histórico de abandono parental e de violência física contra os filhos.
Mãe suspeita de jogar pedra na testa do filho deve responder por lesão corporal no âmbito de violência doméstica
Conforme a 35ª Delegacia de Polícia, a prisão da suspeita foi feita após uma denúncia de maus-tratos. Agora, a mulher deve responder por lesão corporal no âmbito de violência doméstica, e caso seja condenada pode receber pena de até quatro anos de prisão.
Menina de 12 anos é estuprada após madrasta a deixar em ‘boca de fumo’
Uma menina de 12 anos foi estuprada em uma’ boca de fumo’ na madrugada do dia 9 de setembro após a madrasta a deixar no local em troca de drogas em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
De acordo com a polícia, três adolescentes de 15, 16 e 17 anos são suspeitos de terem praticado o crime.
Segundo informações obtidas pelo portal ‘Correio do Interior’, a madrasta da criança é viciada em drogas, e por ter uma dívida com traficantes da região resolveu quitar o que devia usando a menina como moeda de troca.
O crime foi denunciado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) por uma vizinha da família, que viu a vítima chegar junto do pai completamente machucada. A princípio, o pai da menina ficou sabendo da atitude da esposa horas depois.
Completamente abalada, a criança foi levada para atendimento médico em um posto de saúde, onde foi medicada e passou por exames que confirmaram o estupro.
“Durante o depoimento, ela disse que foi abusada sexualmente por quatro adolescentes e depois de ouvir outras testemunhas que compareceram aqui para acompanhá-la, ficamos sabendo que a madrasta teria levado ela nessa boca de fumo e o pai depois, no decorrer da noite, quase amanhecendo, foi buscá-la”, informou a delegada Anne Trevizan.
No momento, três menores foram apreendidos como principais suspeitos do crime, porém apenas um jovem de 16 anos confessou ter mantido relação sexual com a menina.
Os três suspeitos foram levados para a Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (DEAIJ), e de acordo com a delegada Daniela Kades, os outros dois jovens, de 15 e 17 anos, possuem passagem por tráfico e foram liberados após serem ouvidos pela polícia. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
