Um vídeo mostra o exato momento em que uma mulher de 29 anos bateu no rosto de uma menina de 11 anos em um condomínio no Bairro Porto, em Cuiabá, no Mato Grosso (MT). A agressão ocorreu na tarde de domingo (13). (Assista abaixo)
Nas imagens, registradas pelas câmeras de segurança, é possível ver quando a mulher entra na quadra de esportes, onde várias crianças estão brincando, e desfere o golpe contra a vítima.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita e o filho eram convidados de uma comemoração que acontecia no local. Em determinado momento, no entanto, o menino se desentendeu com as outras crianças, foi reclamar com a mãe e ela resolveu tirar satisfação com os menores de idade.
Os pais da menina registraram um boletim de ocorrência contra a agressora. Em entrevista, o homem contou que a mulher alegou que a criança teria dado um tapa no rosto do filho dela.
No entanto, registros das câmeras do local mostram que, na verdade, o garoto enforcou o filho do homem e irmão mais novo da menina e, na sequência, quando tentou bater na menina, um outro menino defendeu a amiga e empurrou o filho da mulher. Foi então que o menino saiu da quadra de esportes e começou a chorar.
Segundo testemunhas, a mulher que bateu na menina de 11 anos estava sob efeito de álcool e ainda teria perseguido a criança após a agressão. Não satisfeita, ela ainda declarou várias vezes que se fosse necessário bateria de novo na vítima e também na mãe dela, isso tudo enquanto era apoiada pelo marido que ela afirmava ser policial.
Uma mulher agrediu uma criança de 11 anos em um condomínio em Cuiabá, Mato Grosso, no domingo (13/08). Câmeras de segurança registram o momento em que ela se aproxima da menina na quadra e dá um tapa no rosto dela. Segundo a Polícia Civil, a agressora estaria tirando satisfação… pic.twitter.com/uKuW2nC6Yj
— O Tempo (@otempo) August 14, 2023
Em junho deste ano, os proprietários de uma escola infantil particular em São Paulo foram denunciados por maus-tratos e tortura contra os alunos.
Vídeos, que circularam pelas redes sociais na ocasião, mostravam uma criança amarrada a um poste com as mangas de seu próprio casaco, como forma de retaliação por ter feito xixi na roupa, e uma menina de um ano e meio sendo castigada por não guardar seus brinquedos.
De acordo com a professora Anny Garcia Junqueira, ela escondeu o celular para conseguir fazer as imagens. A funcionária afirma que punições, humilhações e até agressões eram comuns quando as crianças faziam algo que não era esperado pelos proprietários do local.
