Uma mulher de 26 anos é suspeita de estuprar um menino de 11 anos em Itabira, no Vale do Rio Doce, Minas Gerais (MG). Ela foi presa preventivamente na quarta-feira (9).
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em maio deste ano foi instaurado um inquérito policial após a denúncia de que a suspeita havia praticado atos libidinosos com a criança.
Com o fim das investigações, a mulher foi indiciada pelo crime de estupro de vulnerável pela Polícia Civil e o processo foi encaminhado ao Ministério Público (MPMG).
Ainda conforme a polícia, dois meses depois do primeiro ocorrido, a suspeita foi vista em uma praça da cidade novamente praticando atos libidinosos com a mesma vítima. O que justificou o pedido de prisão concedido pela Justiça.
A lei brasileira considera estupro de vulnerável qualquer ato libidinoso praticando contra menores de 14 anos, com ou sem consentimento, e independente do fato de ter ocorrido ou não conjunção carnal. Pessoas que não possuem o discernimento necessário para a prática do ato também são consideradas vulneráveis.
Essa é a segunda vez em menos de uma semana que Itabira vira notícia por algum crime cometido no município. No última final de semana, um homem de 38 anos deixou centenas de pessoas sem energia elétrica após subir em um poste para fugir da polícia. Posteriormente, ele foi identificado como Fábio Ferreira Martins.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o suspeito subiu no local depois de avistar uma viatura que chegava em sua residência para cumprir um mandado de prisão contra ele. Além de ficar empoleirado no topo do poste, o homem também jogou telhas contra a viatura.
“O indivíduo possui diversos inquéritos por crimes de roubo, furto, dano, apropriação indébita, dentre outros”, disse a PM/MG.
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) confirmou, por meio de nota, que precisou desligar a rede elétrica no local por segurança, o que deixou cerca de 380 sem energia elétrica por quase 24h.
Em entrevista ao site ‘De Fato Online’, de Itabira, Waldomiro Martins, pai de Fábio, contou que a família já não sabe o que fazer com ele. No desabafo, o aposentado explicou que o filho é dependente químico e já vendeu tudo o que tinha na casa dos pais para sustentar o vício.
