O Presidente da República, Jair Bolsonaro, estava sendo alvo de operações de investigação feitas pela Polícia Federal. O caso foi acatado pela justiça após declarações do ex-Ministro da Justiça, Sérgio Moro, que alegou intervenção do Presidente na instituição de policiamento. No entanto, no dia 30, a PF declarou que não encontraram fatos incriminatórios.
Inicialmente, as buscas por intervenções de Bolsonaro na PF começaram a acontecer após solicitação do STF que atendeu o pedido da Procuradoria Geral da República. Em depoimento, Mouro disse que Bolsonaro efetuou uma troca de favores para exonerar o diretor da corporação após sua saída do Governo.
Segundo o documento do inquérito, a Polícia Federal definiu que a conduta de Moro, não fere nenhuma categoria de lei. Sendo assim, os dois, Moro e Bolsonaro, saem sem nenhuma punição.
Conforme o relatório da PF, não existem provas que fundamentem que a exoneração do ex-Diretor Geral da Polícia Federal apresentou alguma categoria de ilegalidade. Não há em nenhum dos documentos “indícios consistentes que corroborem com essa tese”, indica a Polícia Federal.
Além disso, as fotos divulgadas apresentando vínculos entre os integrantes da equipe de segurança de Jair Bolsonaro, Ramagem e os filhos do presidente não são suficientes para apresentar qualquer indício que o incrimine. Sendo assim, essa pasta deve ser arquivada.
