A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 50 kg de droga dentro de um caixão funerário nesta terça-feira (8), na rodovia Fernão Dias. No local, o motorista foi preso em flagrante por tráfico de drogas.
Droga apreendida em caixão funerário era crack
A droga apreendida dentro do caixão foi crack, e a parada do veículo funerário aconteceu durante a fiscalização de rotina na rodovia, por volta das 23h no quilômetro 7 da rodovia.
Nas imagens divulgadas pela PRF é possível ver o policial rodoviário fazendo um sinal da cruz antes de abrir o caixão.
No local, o motorista do veículo não tinha a documentação do falecido, e por isso o caixão precisou ser aberto no momento da fiscalização, lavando a polícia até a droga.
Por fim, a PRF informou que o motorista confessou que pegou a droga em São Paulo (SP), e entregaria o crack em Belo Horizonte (MG), onde receberia R$ 10 mil pelo transporte.
Médico é condenado após colocar droga em pênis e causar morte de mulher
Um médico da Alemanha foi condenado após colocar droga em seu pênis e matar a amante de overdose durante uma relação sexual.
O profissional Andreas David Niederbichler, de 46 anos, foi preso em 2019 após colocar cocaína em seu órgão genital e matar Yvonne M, de 38 anos, durante o sexo oral.
Além disso, o médico foi condenado a nove anos de prisão por estupro, e se recusou a pagar o funeral da vítima e uma indenização a família, sendo novamente processado pelo marido e os filhos da vítima.
Após se negar a pagar os custos de funeral e uma indenização à família, o médico foi processado e acabou condenado no ano passado a pagar 29,5 mil euros, o equivalente a cerca de R$ 197 mil como indenização à família da vítima.
Além disso, este ano um juiz de Magdeburg, na Alemanha, decidiu que o indivíduo também deve pagar as custas do tratamento à seguradora que socorreu a mulher.
Durante a sua defesa no julgamento, o médico alegou que a vítima sabia que ele tinha colocado cocaína em seu pênis, o que não convenceu o Tribunal.
Além de Yvone, o médico também é acusado de drogar e estuprar outras três mulheres entre setembro de 2015 e fevereiro de 2018. Nas ocasiões, Niederbichler teria colocado a droga em taças de espumante, em batons e na pasta de dente das vítimas.
Em entrevista ao jornal Bild, o médico confessou que havia colocado drogas nas relações sexuais, mas afirmou que todas as mulheres sabiam do ato.
Por fim, o tribunal de apelação já rejeitou o recurso e o médico não apresentou nenhuma outra evidência que obrigasse a Justiça a examinar o processo novamente.
