Antônio La Selva (Tony Ramos), de ‘Terra e Paixão’, não ficará nada feliz ao saber que o plano para colocar Aline (Barbara Reis) atrás das grades não deu certo. O vilão terá um surto de raiva e vai brigar feio com a esposa Agatha (Eliane Giardini).
No capítulo previsto para ir ao ar nesta quinta-feira (23), a mocinha vai conseguir o alvará de soltura, depois de Caio (Cauã Reymond) ir atrás de Marino (Leandro Lima) e mentir que foi ele quem disparou o tiro contra o fazendeiro.
Já na sexta-feira (24), Antônio La Selva estará saindo do hospital quando será informado, pelo advogado Silvério (Samir Murad), sobre Aline.
“Ela tinha que estar presa! Isso sim! Pagar pelo que ela fez na cadeia, que é o lugar de gente como ela! Esse teatrinho todo não valeu de nada. Todo esse sacrifício, e a viúva já tá andando livre por aí outra vez”, dirá o fazendeiro após desligar o telefone.
Enraivecido, Antônio La Selva culpará a esposa, que teve a ideia para incriminar Aline pela tentativa de homicídio.
“Melhor ainda seria ver ela morta de uma vez por todas. Que ideia infeliz, Agatha. Não sei como eu fui doido de aceitar uma coisa dessas. Eu nunca mais vou pela sua cabeça, tá me ouvindo bem?”, continuará.
“Por isso que eu gosto de fazer as coisas do meu jeito. A viúva tá solta e eu ainda tive que dar depoimento praquele delegadozinho mequetrefe. Só falta eu acabar sendo preso por conta dessa armação maluca”, completará Antônio.
Por sua vez, Agatha ficará brava pelas acusações e não irá ajudar o marido – que está com um dos braços imobilizado devido ao tiro de raspão disparado pela própria esposa – a vestir a camisa.
“Você não gosta de fazer as coisas sozinho? Se vira. Eu não vou ficar aguentando os seus chiliques. Tô indo assinar os documentos da alta na secretaria do hospital”, falará a megera.
Na sequência, Antônio La Selva irá chamar Ramiro (Amaury Lorenzo) para ajudá-lo, mas o capanga não terá jeito para auxiliar o patrão e acabará sobrando para ele também: “Cuidado com o meu braço! Também, por que eu fui chamar um bruto pra me ajudar, não é?”, dirá o fazendeiro.
