Uma barata morta foi retirada da vagina de uma mulher por um médico em Tegucigalpa, capital de Honduras. A paciente, que não teve nome revelado, foi até a clínica ginecológica por estar sentindo uma “sensação extremamente estranha” nas partes íntimas.
De acordo com o ginecologista Marco Calix, que falou sobre a situação nas redes sociais, a mulher explicou que não conseguiu dormir durante a noite anterior, que não estava se sentindo bem e apresentava sudorese na região vaginal.
“A paciente disse que estava sentindo algo incomum em sua vagina. Quando introduzi o espéculo, pude ver que era uma barata”, contou o médico que encontrou a barata morta na vagina da mulher.
Ainda conforme o profissional, ele retirou o inseto, realizou uma avaliação para se certificar de que a barata não havia causado ferimentos no canal vaginal da paciente e liberou a mulher para voltar para casa.
As circunstâncias que levaram a barata a entrar na parte íntima da mulher e quanto tempo ela permaneceu lá dentro, no entanto, não puderam ser apuradas.
Calix explicou ainda que é comum receber pacientes que procuram ajuda após introduzir objetos no corpo durante experiências sexuais. Entretanto, o caso da barata fugiu muito do habitual, já que insetos costumam entrar na orelha e nariz.
Um adolescente de 15 anos foi parar no hospital após enfiar um cabo USB no pênis. Segundo o garoto, ele tomou a atitude pois ficou curioso para saber as medidas do seu órgão sexual. O caso foi relatado divulgado no ‘Science Direct’, em novembro de 2022.
Uma situação similar aconteceu no Japão, onde os médicos retiraram uma corda de pular com 2,3 metros de dentro da bexiga de um homem, de 79 anos.
De acordo com relato da equipe que atendeu a situação, todos levaram um susto quando olharam o resultado dos exames de imagens. A corda estava enrolada no interior do órgão e, a princípio, ninguém entendeu como ela havia ido parar no local.
Por fim, o paciente acabou admitindo que ele próprio inseriu a corda de pular pela uretra, mas não explicou o motivo.
O caso foi publicado na revista médica Urology Case Reports, pelo professor Toshiki Kijima.
