Anne Frank (1929-1945) foi uma jovem judia que representa muito bem os terrores da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Nesse período, Adolf Hitler implantou um antissemitismo extremo na Europa, iniciando na Alemanha. A guerra matou mais de 5 milhões de judeus.
A importância de Anne, nesse momento, se dá pelo fato de que ela escreveu um riquíssimo conteúdo sobre seus momentos de aflição. Afinal, passou mais de 700 dias nos campos de concentração e extermínio, e sempre escrevia em seu diário. Frank morreu de Tifo ainda nesses campos, e sua história ganhou o mundo (em livros) depois da guerra.
Nesse sentindo, uma grande novidade se esclareceu sobre o caso. Isso porque, uma investigação descobriu o possível responsável por informar aos alemãs o paradeiro da família de Anne Frank, o que fez com eles fossem capturados e levados para os campos.
Responsável por entregar família de Anne Frank era judeu
Uma investigação recente mostrou que o principal suspeito de entregar a família da garota, que estava escondida, é Arnold Van Den Bergh. Ele era judeu, e ocupava um cargo importante dentro em Amsterdã, no conselho judaico.
Nesse período, o conselho se obrigou a implementar as práticas do Nazismo, para os mandarem para os campos, como os outros judeus. Contudo, depois do conselho se encerrar, Arnold teve que oferecer algo importante, para salvar sua família. Assim, optou por entregar possíveis paradeiros de judeus, como o da família de Anne Frank.
