O prefeito Celso Daniel, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi assassinado durante o ano de 2002, há cerca de 20 anos. A sua morte acabou levantando algumas curiosidades porque a população gostava dele e estava sendo bastante ativo em sua função. No entanto, os grupos de oposição e os conservadores não defendiam as suas atitudes.
Ao longo das investigações sobre o caso, começaram a surgir uma série de contradições que fizeram com que ele se tornasse ainda mais complexo de ser decifrado: é estimado que até os dias atuais não se saiba o que tenha realmente acontecido.
E foi durante o mês de janeiro, que a Globo decidiu lançar um documentário com várias vozes narrativas que abordam mais sobre as versões da morte do prefeito no “O Caso Celso Daniel”. Contudo, a emissora está recebendo uma enxurrada de críticas de quem é assinante do canal porque não concordam com as versões que são apresentadas.
Em síntese, a série tem como principal objetivo mostrar um pouco mais o ponto de vista dos jornalistas, colegas do partido, advogados e outros grupos que estavam ao redor do caso quando ele aconteceu durante o ano de 2002: o que essas pessoas sabem? O que elas viram? Quais são os contatos que elas tinham? São temas importantes que podem trazer à tona outras perspectivas sobre a situação.
O foco da Globo foi em desenvolver uma narrativa para apresentar o fato histórico e os conflitos políticos para a nova geração, mostrar quais eram as pessoas que estavam ali.
