Leandro Troesch, dono da pousada Paraíso Perdido, em Jaguaripe, no baixo sul da Bahia, foi morto e a polícia estava investigando até a última segunda-feira (14) quem deveria ser o culpado do assassinato. Todas as pistas estavam sendo levadas para a sua esposa, chamada Shirley. Ela é a única pessoa que estava no local próximo quando o homem morreu. Sua amiga, a Bastos, também foi incriminada por estar ciente do crime e ter ajudado a mulher do empresário durante todo o ato.
O delegado que estava no encaminhado as investigações havia dado essas informações durante a última segunda-feira (14) logo depois que houve o mandado de prisão.
Vale salientar que as acusações contra a esposa ficaram ainda mais expressivas logo depois que Shirley da Silva Figueiredo decidiu que iria sair da pousada na qual o marido era dono logo depois que as investigações começaram. No momento de prestar os depoimentos, ela se mostrava muito nervosa, como se estivesse tentando esconder algo.
Ela já estava sendo investigada pela polícia e havia sido decretado que a mesma estava em prisão domiciliar e não poderia sair de onde estava morando sem que a informação fosse fornecida à delegacia. A sua amiga, que também estava presa, também era uma detenta e a ajudou no crime.
