China proíbe culto online através da implementação de uma nova lei, que já está em vigor no país. Nesse caso, a proibição refere-se a religiões que não contam com a autorização do PCC (Partido Comunista Chinês). E, mesmo assim, as religiões permitidas passarão por monitoramentos dessas reuniões, sendo esse uma forma de adequá-las aos entendimentos do Governo. Na China, há cinco religiões que possuem autorização para atuarem: o islamismo, taoísmo, protestantismo, budismo chinês e o catolicismo.
Nesse sentido, para a organização Portas Abertas, que é cristã, o objetivo dessa nova lei é justamente limitar a ação das religiões no país. Isso dado que, para o governo chinês, essa é uma ameaça em potencial, que pode atrapalhar os seus objetivos, caso saiam do controle.
Vale lembrar que, de acordo com a organização, já são mais de 96 milhões de cristãos existentes na China. E, desde o início, o objetivo era realmente conter esse surgimento. No entanto, como não conseguiu, passou a simplesmente limitar suas ações, como através dessa lei onde a China proíbe culto online de algumas religiões.
Para se ter uma ideia, a escolha dos bispos chineses partiu do próprio Governo, sendo esse um papel do próprio papa. Assim, o Papa Francisco teve que autorizar essas nomeações, para que o país permitisse que os cristãos fossem reconhecidos por lá. Desse forma, essa lei onde a China proíbe culto online trata-se de apenas mais uma medida de limitação as religiões.
