Durante o dia 29 de janeiro, o Tribunal Econômico do Cairo acabou condenando um homem que era chamado de Gerges devido ao fato de que estava divulgando a religião cristã e indo contra o que era previsto pela vida familiar egípcia ao mesmo tempo que estava desprezando o Irã. Há mais de milênios de anos, a região é reconhecida porque conta com pessoas que são politeístas e que acreditam em vários deuses.
De acordo com a manifestação que foi publicada pela ONG Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais, o homem teria sido preso devido ao fato de que estava cometendo uma blasfêmia com a religião do local.
A polícia argumenta que o homem teria sido investigado inicialmente porque contava com imagens de nudez em seu celular junto a pornografia que estava recebendo via mensagens. Somente depois das investigações sobre as fotos apareceram que ele começou a ser acusado de estar defendendo o cristianismo.
“Me surpreende que no Brasil todos estão criticando. Quem está criticando a autoridade do Egito é o mesmo que defende que Israel tenha medidas autoritárias contra todos que são contra a religião deles, é isso mesmo? Um é bom e o outro é ruim, e ambos fazem a mesma coisa, somente muda a religião!”
O ato levantou algumas polêmicas nas redes sociais em que algumas pessoas criticam a ação e defenderam a liberdade de escolha para a religião.
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