A empresa Montrel Tecnologia, que é especializada em energia elétrica, decidiu fazer uma pesquisa para saber qual era a porcentagem de marcas brasileiras que realizam estudos de caso e quais delas que tinham que pagar todos os gastos ou que pediam o auxílio de bolsas governamentais. De acordo com os resultados que foram descobertos, é estimado que ao menos 10% de todas tenham financiamentos, enquanto ao menos 90% tenha que tirar dinheiro de caixa. Esse, de acordo com o relatório publicado, seria um dos motivos que estariam fazendo com que houvesse uma estagnação no desenvolvimento científico.
Os sistemas que foram criados pela Montrel hoje em dia são usados por praticamente todas as empresas de de desenvolvimento de energia solar, eles são referência no que fazem e mostram a cada dia mais capazes de trazer inovação e pesquisa ao mesmo tempo em que conseguem suprir as demandas da população.
Um dos exemplos que foram trazidos pelo estudo mostram sobre a história da Mogi Guaçu que está localizada em São Paulo. Todo o desenvolvimento teve que ser patrocinado pela marca e o Estado não teve influência nenhuma sobre isso. Os direitos da empresa argumentaram que até mesmo tentaram conseguir financiamentos do governo, mas que as tentativas foram frustradas porque contam com editais escassos, valores menores do que o esperado e muitos requisitos em relação à documentação. Ou seja, a burocracia acaba sendo muito pior do que o esperado. Somente a Montrel teria desembolsado R$ 5 milhões em projetos.
