Nesta última terça-feira (08), o presidente da República, Jair Bolsonaro, havia afirmado que nesta quinta-feira (10) iria se reunir com o Ministério da Educação, MEC para discutir sobre a possibilidade de anulação das dívidas dos estudantes que estavam devendo para o FIES, Fundo de Financiamento Estudantil no ano de 2020 e 2021 devido a pandemia. odos aqueles que deveriam pagar parcelas entre esses dois anos e que não conseguiram devido ao fato de estarem desempregados ou sem suporte, podem ter o desconto de cerca de 92% de todo o valor que deveria ser pago.
Para fazer parte do FIES, Fundo de Financiamento Estudantil, é necessário que o estudante tenha tirado nota acima de 0 na redação e que a média do estudante nas notas seja de 400 pontos ou mais. Diferente de como funciona com o Prouni, a renda do colaborador não deve ser considerada para o financiamento. Nesta modalidade de ingresso, começa a-se a pagar o valor do FIES somente depois que o estudante já está formado. E, caso o estudante desista da sua graduação, tem que pagar os meses que foram estudados.
Ao todo, é estimado que ao menos 1,7 milhões de pessoas estejam com as dívidas atrasadas no FIES e que podem ser esquecidas pela Caixa devido ao fato de não terem como pagar. Jair Bolsonaro afirmou que as pessoas devem continuar pagando o ano de 2022 para frente e que o que faltou até então deve ter desconto, tornando assim, as parcelas ainda mais acessíveis.
