Durante a última terça-feira (08), Jair Bolsonaro aprovou um projeto de lei que estaria permitindo que as mulheres grávidas voltassem a trabalhar presencialmente. A decisão acontece perante um momento em que a maior parte das cidades e estados do Brasil estão realizando a liberação do uso de máscaras perante a população devido ao fato de que uma grande parte dos cidadãos já foram vacinados e os riscos de ocupação dos leitos de UTI, Unidade de Terapia Intensiva, estão cada vez maiores.
O decreto determinava como deveria ser a volta dos trabalhos presenciais das mulheres mesmo após a finalização das vacinações. A medida estaria modificando o projeto de lei que entrou em vigor durante o ano passado que determinava que as mulheres que preferirem não se vacinar contra o vírus poderiam ficar em casa sem que nenhum valor fosse descontado dos seus salários.
Nesta semana, também houve a declaração de que alguns estados como Santa Catarina, contam com a liberação do uso de máscaras para cidades como Balneário Camboriú, Brusque e Guabiruba.
Desde o ano passado, somente não poderiam ficar em casa as gestantes que não tinham a possibilidade de fazer o trabalho na modalidade de Home Office como aquelas que estavam dentro das indústrias. Neste caso, elas poderão voltar à atividade com o uso de máscaras.
A permissão está sendo concedida porque o Brasil já decretou que houve o fim do estado de emergência da pandemia porque uma grande parte da população, sendo ao menos 80%, já tomou a primeira dose.
