A Síndrome de Havana foi ocasionada em um momento em que os espiões dos Estados Unidos estavam na capital de Cuba e começaram a sentir fortes zumbidos e até mesmo dores nos pulsos. Os impactos ocasionados existem até os dias atuais devido a lesões cerebrais que ficaram em algum dos colaboradores. Nesta quarta-feira (02), os agentes dos Estados Unidos levantaram a hipótese de que o caso poderia se tratar de um tipo de energia dirigida.
Foi anunciado pela CIA (Agência Central de Inteligência) que a Rússia e outros países de cunho oposto ao dos Estados Unidos poderiam estar criando dispositivos para atacar agentes especiais e causar danos cerebrais que não podem ser revertidos. No entanto, vale salientar que o momento é de apenas especulação e não existem provas científicas o suficiente para comprovar que países como Cuba e Rússia poderiam estar usando aparelhos que causam modificações no cérebro humano. Ademais, sabe-se que se isso for realidade, podem ter em mãos uma forte arma física.
O diretor da National Intelligence, Avril Haines, e o diretor da CIA, William Burns disseram em conjunto em uma coletiva de imprensa que todos o agentes dos Estados Unidos estão empenhados para descobrir o que seria a síndrome de Havana e como ela ocasionou danos em seus colaboradores enquanto estavam em ações. Também adiantaram que estão preocupados em compartilhar com a mídia o máximo de informação que for possível para que todos se mantenham atualizados.
