De acordo com um relatório que foi emitido pelo Banco Central do Brasil durante o mês de janeiro deste ano, as expectativas de inflação, ou Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegam a 5%. Outros economistas são mais positivos e argumentam que as taxas podem ser de apenas 3%. Durante o final de 2021, os resultados que foram liberados também pelo IBGE mostraram o valor acumulado de 10,06% – um dos maiores desde 2015.
Já em relação à taxa Selic, está sendo projetada a 11,75% e deve voltar a cair durante 2023 para apenas 8%, porcentagem esta que é menor aos 9,25% atuais. A COPOM deve se reunir nos próximos dias para decidir se haverá um novo aumento.
O Banco Central dos Estados Unidos, FED, também está estudando aumentar as taxas de juros do país como forma de controlar a inflação – e, deste modo, o preço do dólar pode apresentar novas variações e oscilações até a próxima quarta-feira (25).
A estimativa para o crescimento do PIB, Produto Interno Bruto, foi de apenas 0,29%: mostrando assim, que as expectativas são de estagnação econômica para o ano de 2022. A ANIP, que trabalha com indústrias, afirmou que o crescimento no setor deve desacelerar durante os próximos meses, apresentando assim, uma variação de apenas 1,2%.
Inflação alta e a diminuição do poder de compra
Com a inflação elevada, ocorre uma diminuição do poder de compra do cidadão brasileiro visto que o seu salário continua estagnado. O reajuste do salário mínimo para o ano de 2022, sendo de R$ 1210, está levemente abaixo do IPCA.
