Leonardo Trevisan, professor do curso de Relações Internacionais da ESPM-SP, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está se aproveitando das operações que ocasionaram na morte do líder do estado Islâmico durante essa quinta-feira (03) como forma de aumentar a sua popularidade que está em queda desde os últimos conflitos que teve com Putin, da Rússia.
Os opositores estão pressionando o Estado a tomar uma atitude em relação às últimas ações da Rússia e argumentam que Biden está tendo o punho fraco sobre as ameaças de invasão à Ucrânia. A maior crítica veio quando o presidente pediu para que os diplomatas saíssem da capital ucraniana, em Kiev, porque não tinham estratégias do que fazer em caso de invasão.
“A Otan apenas acusa os russos de tentarem invadir, de estarem com mais de 100 mil soldados nas fronteiras. Mas, simplesmente não tomam nenhuma atitude em relação a isso, são fracos!” afirmam alguns internautas que são a favor do uso da força e que argumentam que o excesso de diplomacia foi a causa da falta de popularidade de Biden.
Os três primeiros meses foram positivos para a administração de Biden. No entanto, as suas decisões depois deste tempo começaram a fazer com que o governo dos Estados Unidos ficasse fragilizado e os grupos de oposição aumentassem também em relação à economia, visto que a inflação do ano de 2021 foi acima do esperado inicialmente para a recuperação.
Leonardo Trevisan argumenta que os feitos no Islã podem ser positivos a curto prazo.
