Eirik Lindebjerg, da Organização Não Governamental (ONG) WWF (World Wide Fund for Nature), informou nesta terça-feira (08) que a quantidade de microplástico que está presente nos oceanos pode ser prejudicial para a população e que o mediterrâneo é o local que mais conta com esse tipo de desejo, sendo principalmente a Espanha o principal país poluente na região. Eirik argumenta que o plástico pode eliminar toxinas que prejudicam o crescimento de novos animais na vida marinha e que podem vir a parar até em nossa mesa quando usando o sal do mar para temperar os alimentos.
Os indicadores são de que todo o ecossistema da região da Europa pode ser afetado devido a eliminação expressiva de plástico na água. É estimado que em questão de pouco tempo, o valor de microplástico e destas toxinas aumente em até três vezes de quantidade devido ao consumo essencial deste material pelos seres humanos.
Em suma, o relatório que foi publicado pelo o Instituto alemão Alfred Wegener, mostra que ao menos 100 espécies podem estar comprometidas devido ao fato que será impossível continuar vivendo devido ao excesso de lixo que está nos oceanos. E, uma forma de combater isso, é trocar as sacolas de plástico por alternativas que sejam biodegradáveis ao mesmo tempo em que se evita embalagens com quantidades desnecessárias deste material. Embalagens de papel podem ser alternativas viáveis para a população que deseja garantir que o item seja decomposto de modo mais rápido no meio ambiente, visto que o plástico demora mais de 100 anos.
