Moïse Kabamgabe foi o quinto congolês que foi morto nos últimos seis anos no Brasil. Ele foi morto na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante a última semana, com cerca de 30 pauladas. Sua mãe afirmou que o filho estava sempre reclamando que o patrão não estava com o pagamento em dia e que, no dia em que foi assassinado, disse que iria exigir os seus direitos perante a lei.
Após o caso, o embaixador do Congo no Brasil, Mutombo Baka Wa Senda, afirmou que entrou em contato em todas as mortes com o Itamaraty, mas que nunca recebeu nenhum retorno que explicasse o porquê os assassinatos estão acontecendo no Brasil. De acordo com o embaixador, teria enviado uma carta para o Rio de Janeiro solicitando que a justiça fosse feita e que finalmente encontrassem os culpados para que fossem punidos.
O Itamaraty, entretanto, se manifestou para o G1 e disse que estava amamentando o fato da morte do homem durante a última semana e que estavam realizando todos os esforços necessários para que encontrassem quem foi o culpado da realização do crime.
Em um vídeo liberado nas redes sociais, Moïse acabou sendo espancado até a morte por cinco homens. No entanto, devido a falta de qualidade que os materiais possuem, a Polícia Militar ainda não conseguiu descobrir quais foram os culpados pelo crime. O corpo foi encontrado sem vida com os braços e as pernas amarrados próximo ao local em que trabalhava.
