O ministro da Economia, Paulo Guedes, havia prometido para a população antes mesmo do Carnaval, o fornecimento do Pacote Guedes que deve injetar ao menos R$ 100 bilhões na economia ao permitir que as empresas de pequeno e médio porte tenham acesso a crédito com valores que sejam mais acessíveis de juros. Vale salientar que o valor a ser liberado ainda é analisado por economistas e que pode contar com um aporte do Tesouro Direto, que nesta semana teve um novo reajuste de rendimentos e está na faixa de 12,5% ao ano com a taxa Selic na faixa de dois dígitos.
Os Técnicos do Ministério da Economia garantem que o valor deve ser fornecido de forma bastante semelhante com aqueles que são pagos pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). No entanto, o objetivo é criar táticas de que não se use o valor de fundos do governo para a relação dos empréstimos.
Essa vem sendo mais uma das medidas utilizadas por Guedes que foram usadas para criar um estímulo para a economia do Brasil que, de acordo com relatório Focus, deve se manter estagnado em apenas 0,4% no PIB, Produto Interno Bruto, de 2022. Enquanto isso, a inflação deve ficar em 5,65%, segundo o dado que foi liberado pelo Banco Central na segunda-feira (07).
O anúncio sobre o fornecimento de novas linhas de crédito foi dado de forma superficial pelo ministro da pasta à União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs).
