Desde a última semana, só servidores do Banco Central estão realizando paralisações das 14 horas até as 18 horas como forma de protesto para que haja o aumento salarial dos salários dos servidores. Em suma, as cartas estão exigindo que haja um aumento mínimo na faixa de 19,9% e chegam a solicitar até mesmo 26% de aumento.
Segundo o que foi informado pelo Fábio Faiad, presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), as paralisações em forma de protesto se iniciaram durante a última quinta-feira (17) e estão previstas para se prolongarem até a terça-feira (22) , até quando haverá um encontro para determinar sobr a possibilidade de aumento salarial ou não. Caso haja a recusa de reajuste, a manifestação pode durar por mais dias.
Os peritos do INSS, assim como os servidores do Banco Central, afirmam que desejam o mesmo reajuste salarial. |As pressões começaram logo depois de o presidente da República, Jair Bolsonaro, ter decretado que haveria um aumento de 33% sobre o salário de pedagogos em escala nacional. No entanto, de acordo com o chefe do Executivo, o aumento não poderia ser ocasionado por todos os setores ao mesmo tempo.
Banco Central
Faiad afirma que ao menos metade dos substitutos que estão fazendo parte dos cargos de confiança já pediram a retirada do nome das portarias.
Os servidores do BC estavam decidindo a escolha do novo presidente do Banco Central para que houvesse uma nova retomada de compreensão sobre como funcionavam os aumentos. No entanto, até agora não houve a marcação de nenhum tipo de reunião como era o estimado pelos profissionais de economia e tecnologia da informação.
Foi informado aos servidores que também devem se encontrar com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, dentro de poucos dias.
