A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que surgiu logo após a Segunda Guerra Mundial, anunciou durante a manhã desta segunda-feira (24) que estaria enviando tropas para regiões como a Romênia a fim de diminuir as tensões que foram provocadas com a Rússia durante as últimas semanas.
De acordo com a aliança militar, é estimado que ao menos 100 mil soldados russos estejam nas fronteiras com os ucranianos e que não é um movimento comum. O anúncio também informa que os Estados Unidos não irão medir esforços após a primeira invasão – que, de acordo com Joe Biden, está prevista para ocorrer em breve.
A Otan afirmou que deve manter todas as forças para garantir a soberania da Ucrânia. O país se tornou independente durante o ano de 1991, com o enfraquecimento da União Soviética devido aos conflitos com os EUA. Desde que tomou o poder da Rússia, então, Putin vem estando de olho no novo país e que já pertenceu aos russos.
Os Estados Unidos haviam solicitado que os membros de famílias diplomáticas que vivessem na Ucrânia saíssem do país e, em menos de um dia, o Reino Unido afirmou que também estaria retirando os seus representantes do local.
A Alemanha e a Espanha alertaram os russos sobre uma possível invasão e argumentaram que eles podem sofrer economicamente com a decisão ao cortarem laços com a União Europeia durante o ano de 2022. A China, até o momento, está do lado do país que tem em suas raízes partidos com cunho socialista.
