A Segunda Guerra Mundial foi o palco de morte para milhares de judeus. No entanto, o papa Pio, de acordo com alguns historiadores com novas provas históricas, teria ajudado ao menos 15 mil judeus a se salvarem dos campos de concentração entre os anos de 1939 e 1945. O historiador alemão Michael Feldkamp acabou de reunir algumas provas que estava juntando desde o ano de 2020 que mostrava mais sobre as relações da igreja católica com a guerra e informa que estavam contra as atitudes que foram tomadas pelos alemães. Contudo, as manifestações não eram feitas de forma tão clara como se era esperado.
Relembrando, o Pio XII foi o responsável por liderar a igreja católica entre os anos de 1939 a 1958. Ele realizou uma série de atos para ajudar os mais pobres e também para auxiliar as pessoas que estavam sendo prejudicadas pelos conflitos entre os países e ideologias que estavam cada vez mais se intensificando em relação a capitalismo e socialismo. Depois da Segunda Grande Guerra, também houve o início da Guerra Fria que iria se preponderar até mais ou menos na década de 90, quando a Ucrânia viria a se tornar independente da União Soviética.
O site Vatican News informou que o papa teria relatado para os norte-americanos que os alemães estavam cometendo um intenso extermínio em judeus. No entanto, ninguém acabou acreditando nas suas acusações. De acordo com o historiador, o papa teria buscado por formas de proteger alguns grupos e criar relações com eles para evitar mortes.
