A justiça da Ucrânia decidiu, nesta quarta-feira (19), que iria manter o ex-presidente e opositor Petro Poroshenko, Volodymyr Zelensky, acusado de alta traição, solto. No entanto, ele teria algumas restrições, como a impossibilidade de sair do país durante os próximos anos. O juiz Oleksii Sokolov exigiu que houvesse o pagamento de ao menos 30 milhões de euros pela liberdade. Ele teve que entregar o seu passaporte.
A decisão ocorre em um momento de tensão para a Ucrânia visto que a Rússia, que detinha o domínio da região antes da independência durante o ano de 1991, está ameaçando atacar com mais de 100 mil soldados que estão nas fronteiras. Putin mostra ter interesse em ter de volta as terras que já pertenceram à União Soviética.
A Alemanha e também a Espanha alertam a Putin sobre os riscos que teria ao invadir a região: a União Europeia poderia cortar laços com o país oriental e, assim sendo, prejudicar a economia da região. Há boatos de que o Canadá teria enviado na faixa de 200 soldados para diminuir as tensões que estão presentes na região, principalmente na fronteira.
A Casa Branca, dos Estados Unidos, argumenta que os vídeos dos soldados russos mostram que em breve deve haver uma invasão à região. A Otan afirma que pode invadir a região caso Putin tome uma decisão agressiva e que possa ferir a autonomia do estado.
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