Durante a última segunda-feira (070, o Ibovespa havia terminado o dia em queda de 2,5% sendo um acumulado de desvalorização em apenas um ano de 3,13%. No mês de março, a desvalorização da bolsa de valores chegou a ter um tombo de 1,36%. Mas, felizmente, os resultados são positivos, tendo em vista o acumulado de valorização do ano de 2022 em que a Bolsa teve uma alta bastante expressiva de 6,5%.
| Mín — Máx (Dia) | 111.140 – 114.529 |
| Variação (Dia) | -2.5% |
| Variação (Mês) | -1.36% |
| Variação (2022) | +6.45% |
| Variação (52 semanas) | -3.13% |
Um dos motivos da variação vem sendo as incertezas sobre a política de preço visto que a Petrobras esteve entre os destaques do dia quando se fala em ações negativas. A queda aconteceu após Jair Bolsonaro ter se manifestado contra o atual presidente da estatal – que também havia sido indicado por ele – porque estava priorizando o lucro acima de tudo e que não estaria levando em consideração as necessidades da população durante um momento de crise econômica. As ações da estatal já estavam chegando ao acumulado de valorização em 100%, ou seja, quase duplicaram em apenas um ano.
Nesta semana, o preço do petróleo havia voltado a apresentar uma nova alta, tendo um dos preços mais elevados desde o ano de 2008 com a crise do Partido dos Trabalhadores, PT.
Outro aspecto que ocasionou na queda do Ibovespa foi em relação ao fato de que as companhias aéreas estão passando por novas instabilidades em relação à variante da Covid-19 mas não somente isso: a crise da Ucrânia contra a Rússia está trazendo impostos diretos para as viagens.
