Durante essa semana, houve a determinação pela Justiça brasileira que as mulheres que estavam envolvidas na morte de uma criança chamada Ketlen Vitória Oliveira da Rocha, de seis anos em Porto Real, seriam levadas a júri popular. Ou seja, pessoas seriam chamadas para dar a penalidade a elas em vez do juiz. Esse mesmo tipo de punição foi aplicado para a mulher de Santa Catarina que matou a amiga grávida para roubar a criança de seu ventre.
Porto Real
De acordo com a polícia, o crime teria acontecido em Porto Real, cidade do Rio de Janeiro, durante o mês de abril, quando a mãe e a madrasta estavam torturando a menina na casa em que elas moravam. Nas imagens, é possível ver um colchão velho que ficava ao chão para a menor de idade dormir à noite. Tanto a mãe chamada de Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos, quanto a madrasta, Brena Luane Nunes, de 25 e Rosângela Nunes, de 50 anos, já estavam presas desde o mês de abril, mas o julgamento em relação ao crime não havia sido realizado.
Uma das mulheres disse em depoimento que não interferia na violência que era cometida porque acreditava que era algo leve e que a menor de idade não estava sendo prejudada. No entanto, tiveram que chamar a ambulância no momento em que ela começou a ter uma crise. A mãe havia solicitado o habeas corpus para ficar solta durante o tempo em que não recebia o seu julgamento, ele foi indeferido.
