Durante a última terça-feira (22), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que estaria desistindo de competir nas eleições do governo do Amapá durante o ano de 2022 nas eleições que estão previstas para acontecer em outubro para que ele possa integrar o núcleo da campanha que deve ser realizada pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva.
O petista é um dos candidatos para esse ano e pode concorrer justamente porque o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou que os seus processos foram analisados de forma indevida e que ele é inocente pela falta de provas. Moro, neste caso, foi acusado de não ter sido imparcial durante a sua análise dos documentos e de ter tomado uma decisão que estava privilegiando Jair Bolsonaro e o seu antigo partido.
O petista convocou Randolfe para fazer parte da sua campanha durante a última segunda-feira (21) quando eles se encontraram no estado de São Paulo. Lula afirmou que o senador poderia fazer toda a diferença no país se ele ganhasse as eleições.
No seu anúncio, Randolfe argumenta, entretanto, que há mais de um mês estava recebendo alertas de Luiz Inácio para que ele fosse um dos integrantes da campanha, mas vinha analisando mais sobre as possibilidades de deixar ou não a sua candidatura para o Amapá.
Lula deve dividir o país
As pesquisas relacionadas a intenções de votos mostram que o país está bastante dividido durante o ano de 2022 para as eleições, principalmente entre os dois polos políticos que é formado por Bolsonaro e o petista.
