Durante essa segunda-feira (21), no estado do Rio Grande do Sul (RS) uma mãe chamada Alexandra Salete Dougokenski deveria ter sido julgado e levada a júri após ter sido acusada de ter dado remédio calmante para o seu filho dormir e logo depois ter enforcado o menino Rafael, de apenas 11 anos, com o auxílio de uma corda.
O julgamento aconteceu na cidade de Planalto, no Norte do RS e teve a duração de apenas 11 minutos visto que a defesa da mulher teria saído do tribunal sem que houvesse a permissão da juíza para tal. Agora, está sendo estimado que o grupo de advogados seja penalizado com a aplicação de multas. O palco teve que ser desmontado logo em seguida.
De acordo com o que estava sendo afirmado pela defesa da mesma, que está rodando desde o ano de 2020 no mês de maio, o pai teria sido o culpado por ter matado o menino visto que teve um áudio suspeito em seu celular por volta da meia noite. A acusada nega essa possibilidade e argumenta que a própria mulher, que chegou ao local acompanhada de policiais, teria assumido o crime dez dias depois que o corpo do menino já havia sido encontrado na casa de uma vizinha.
O caso do menino Rafael Mateus Winques levantou curiosidades no estado do Rio Grande do Sul, RS, porque a sua mãe teria dado um calmante e o enforcado logo em seguida. Posteriormente, a mulher teria colocado o corpo do menor de idade dentro de uma caixa e, somente então, jogado fora para que ele não fosse descoberto. No dia em que foi prestar depoimento para a polícia, ela teria dito que a criança estaria indo dormir e que no outro dia não estava mais em sua cama.
A mulher teria colocado o corpo do menor de idade dentro de uma caixa onde jogaria no terreno de uma vizinha para ser encontrado dez dias depois. Devido a isso, além de ser condenada por assassinato, a mulher teria sido acusada de ocultação de cadáver.
Sua mãe teria criado uma série de versões para justificar a morte do menor de idade, Rafael.
