Durante a última quarta-feira (23), Cuba mostrou que está do lado da Rússia perante conflitos com os ucranianos e afirmou que Moscou tem o direito de se defender perante os conflitos e que é importante garantir a segurança de um povo.
Putin ordenou que houvessem os ataques ainda nesta quinta-serra (24) e disse que qualquer um dos países em escala mundial que tentasse interferir, seria punido igualmente. Por isso, como forma de garantia de que a situação não iria abalar de forma profunda a situação do Brasil, Jair Bolsonaro foi orientado a se manter neutro.
A declaração de apoio foi fornecida pelo presidente da Câmara baixa da Assembleia Federal russa, Vyacheslav Volodin.
Rússia tem apoio
Volodin também afirmou que os Estados Unidos não deveriam intervir na situação e que estava piorando o caso. Até o momento, a Rússia já recebeu o apoio também da Venezuela, que tem histórico de socialismo, e da China. Todos os países tinham fortes relações com a União Soviética antes da queda durante a década de 90, quando a Ucrânia que fazia parte da US se tornou independente.
A expansão da Otan também foi criticada na coletiva de imprensa como algo que traz risco para a escola mundial.
Os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e outros países como a Alemanha, já se mostraram a favor da Ucrânia e alertaram a Putin sobre os riscos de continuar com a empreitada de invasão. Cientistas políticos descartam, por enquanto, a possibilidade de terceira guerra mundial.
