Ainda nesta segunda-feira (121), era estado que cerca de 6,9 mil pessoas estavam infectadas com o vírus no estado de Santa Catarina ao mesmo tempo em que o número de casos registrados foi de cerca de 1,66 milhões em apenas 24 meses. Nas últimas 24 horas, ao menos 5 pessoas morreram, enquanto número total de mortes continua crescendo, mas de forma bem lenta, inferior ao número que se tinha antes da retirada da máscara, sendo o total de 21 mil.
Já faz uma semana que o estado de Santa Catarina, liderado por Carlos Moisés, fez a libélula do uso de máscaras. O argumento de muitos pais era de que os filhos poderiam ser infectados e que o aumento de casos era quase certo, mas não é isso que está acontecendo e o estado não está, até agora, enfrentando nenhum pico de infecções.
A liberação do uso de máscara aconteceu tanto para o Estado quanto para outras cidades como Brusque, Balneário Camboriú e Guabiruba.
O argumento de Carlos Moisés é que iriam realizar a retirada do equipamento de proteção aos procuro como forma de garantir que não haveria nenhum pico de casos.
O estado tomou a decisão de retirar após analisar o número de internados em leitos de Unidade de terapia Intensiva, UTI, ao mesmo tempo em que levou em consideração a quantidade de pessoas que estavam infectadas com o vírus e que tomaram a segunda e terceira dose da vacina.
Agora, os estabelecimentos e até mesmo os transportes públicos não poderão mais exigir que a população faça o uso de máscaras porque está previsto pelo decreto que é facultativo. As regras apenas não são válidas para as pessoas que precisam ir até os hospitais e até mesmo nas farmácias.
Outros estados brasileiros já fizeram a liberação de uso de máscara tanto em locais públicos quanto fechados, como é o caso de São Paulo e até mesmo do Rio Grande do Sul, vizinho do estado catarinense.
