Durante essa quinta-feira (03), houve a primeira segurança depois que a Rússia invadiu a Ucrânia a mando de Putin. Em suma, durante a última segunda-feira (28), imagens de satélites já estavam, mostrando que as tripas estavam a menos de 30 km da capital Kiev e já haviam atacado a segunda maior cidade ucraniana. E, nesse medo que está sendo levantado em escala internacional, as pessoas transexuais acabam sendo a s mais prejudicadas devido ao fato de que não conseguem sair da Ucrânia.
Duas mulheres acabaram prestando entrevista para o Vice World News justamente porque nos documentos encontra-se o termo MASCULINO mas elas tomam medicamentos para que pareçam ter o corpo feminino. Explicar sobre identidade de gênero não está sendo o suficiente neste caso e elas são impedidas porque se acredita que roubaram o documento de outra pessoa.
O mais indicado pelos especialistas é que as pessoas transexuais finjam que tenham perdido as suas identidades logo no momento em que tentarem sair do país e acabem como refugiados.
Uma das refugiadas argumentou que ainda está com medo de ser forçada a servir ao exército mesmo que ela não se identifique como homem. Os cidadãos de gênero masculino estão sendo obrigados a ir para a guerra e lutar pelo país, por isso, todos de 18 até 60 anos não podem sair para outro local.
As entidades querem que o máximo de pessoas estejam em campo, no caso homens, para que lutem pela Ucrânia em caso de invasão na capital.
