Neste último domingo (06), o assessor de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, informou que a Rússia está a qualquer momento para invadir a Ucrânia mas que a diplomacia pode ser uma forma de garantir que não haverá conflitos entre os dois países. As primeiras acusações de invasões vieram da Otan, que afirmou que os russos estavam com mais de 100 mil soldados nas fronteiras entre os dois países.
Joe Biden informou, durante as últimas semanas, que não tinha um plano sobre o que iria fazer em caso de invasão e, devido a isso, acabou pedindo para que os diplomatas que viviam na capital da Ucrânia, em Kiev, saíssem do local e voltassem para o seu país de origem. Putin, da Rússia, entretanto, argumenta que não tem interesse econômico algum na região e que os soldados apenas estão treinando.
O assessor afirmou que a invasão pode acontecer dentro de algumas semanas e que devem estar preparados para enfrentar os conflitos. Países que estão dentro da União Europeia alertam aos russos sobre a possibilidade de cortar negociações e de começar a comprar gás e outros itens dos Estados Unidos caso Putin vá contra as políticas que são práticas na Europa em relação a autonomia dos países e governos.
Biden afirmou em escala internacional que os Estados Unidos têm a capacidade de fornecer o gás que até então era fornecido pelos russos. Ou seja, as acusações acabam tendo apenas um objetivo: atrair mais economia para o país e conseguir o aumento de parceiros.
