Durante a última segunda-feira (07), Jair Bolsonaro se manifestou contra a Petrobras reajuste os seus preços de acordo com o mercado como está previsto pela lei do ano de 2016 do governo de Temer. Em suma, a estatal tem a permissão perante a lei para variar o valor cobrado nas refinarias de acordo com o mercado externo. A manifestação do chefe do Executivo acabou sendo realizada após o presidente da estatal, Luna e Silva, declarar que em breve poderiam ter um novo reajuste nos processos atuais de preços – que já superam a faixa de R$ 7 em algumas cidades – estavam defasados para mercado.
O aumento do petróleo, que está sendo cotado a uma faixa de US$ 140 aconteceu após a proibição prevista por Biden, presidente dos Estados Unidos, da Prússia fazer parte do Swift. Eles exportam ao menos 8% de todo o petróleo para os norte-americanos.
Em suma, como forma de conter a elevada inflação após a proibição das negociações com os russos ao mesmo tempo em que o valor do barril teve aumento considerável, houve a determinação de que os Estados Unidos poderiam voltar atrás das sanções que foram realizadas contra a Venezuela e Maduro. Logo, voltariam a comprar petróleo do país.
Os impactos sobre o preço que tem a alta acumulada de 75% no barril deve decair em breve para a população de Santa Catarina. De acordo com analistas, a capital deve começar a pagar em menos de duas semanas, o valor de R$ 8,5 se nenhuma política for realizada para manter os preços estáveis.
